Carneiro Seixas está à conversa com Lourenço e mostra-se muito contente com o arquivamento do caso. Carneiro Seixas pede ao filho, que este dê tudo por tudo neste último jogo e que o destino do União, está nas suas mãos. Lourenço está cada vez mais tenso e desagradado com a pressão que lhe está a ser posta em cima e, com isso, senta-se na secretária, ao computador, abre a sua página da caixa do correio e começa a escrever um e-mail, para encomendar mais comprimidos. No dia seguinte, de manhã, Lourenço olha para a estante onde estão escondidos os comprimidos e olha demoradamente para o frasco, sabendo que, o que está a fazer é errado, mas acha que não tem alternativa. Lourenço guarda o frasco dos comprimidos no saco, põe-no às costas e respira fundo, ganhando coragem para o que se avizinha. Lourenço sai, tentando parecer confiante e determinado. No estádio o ambiente é de grande animação e tensão. Os adeptos vão enchendo as bancadas. Carneiro Seixas está junto ao banco de suplentes e anda de um lado para o outro, nervoso e ansioso paa que comece o jogo. Sem ninguém reparar, Lourenço deixa-se ficar propositadamente para trás e aproxima-se do seu saco. Abre-o e tira o frasco dos comprimidos. Lourenço fita demoradamente o frasco dos comprimidos, sem saber o que fazer.